O Transtorno do Pânico caracteriza-se por crises inesperadas e recorrentes de ansiedade aguda extrema, acompanhadas por uma intensa sensação de perigo iminente e sintomas físicos severos, seguidas pelo medo persistente de ter novas crises (ansiedade antecipatória).
Logo após os primeiros episódios, para evitar que o medo de novas crises leve ao isolamento domiciliar e ao desenvolvimento de agorafobia.
O tratamento clínico une medicações modernas para interromper as crises e regular o centro cerebral do medo a abordagens psicoterapêuticas e analíticas para trabalhar os significados subjetivos da angústia.
Não. Embora a sensação seja aterrorizante e idêntica à de um perigo real, a crise de pânico não causa infarto nem morte. Trata-se de um 'alarme falso' emitido pelo sistema nervoso autônomo.
A maioria das crises atinge seu ápice em 10 minutos e diminui gradualmente em cerca de 20 a 30 minutos.
Sim. O tratamento psiquiátrico associado à psicoterapia tem altíssima taxa de sucesso, eliminando as crises e devolvendo a segurança ao paciente.